Quem tem medo de “Eu te amo”?

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Eu!!! Eu tenho!! Me escolhe aqui!

Foda isso.

Mas, é a verdade. Não tem nenhuma expressão que me assusta mais. Sabe aqueles filhotinhos que saem correndo pra pegar a bolinha, mas não conseguem brecar e batem na parede? Eu sou o filhote e o “Eu te amo” é a parede.

É sempre de surpresa, eu sempre acho que vai demorar pra acontecer, mas aí acontece e eu fico lá, mais desconfortável que um cachorro andando nas patas traseiras, porque não tem o que fazer. Quando a pessoa já falou não tem como ignorar, mudar de assunto, falar que “vai pensar mas depois te liga”, você só tem duas opções: Falar de volta, ou fazer qualquer outra coisa e magoar profundamente o outro.

Eu sempre vou pelo “eu também”, acho democrático, você não está dizendo exatamente o “EU TE AMO”, você disse “eu também” e isso pode servir pra várias coisas, é tipo quando alguém diz “gosto de pastel” e você responde o que?? EU TAMBÉM! (porque é óbvio que todo mundo gosta de pastel, aliás, desconfie de pessoas que não comem fritura, elas não podem ser do bem).

Fato é que ninguém quer magoar o coleguinha, mas ás vezes, simplesmente não dá pra mentir, porque aquilo parece estar TÃO longe da sua realidade, tão longe do seu “Gosto muito de você, mas acho que é isso”, que a expressão simplesmente não sai. Você queria muito, mas não sai. E ai eu fico me perguntando quanto é que a gente precisa gostar pra poder falar sem medo, cadê a métrica? A tabela que diz que se eu gostar de você 7,4 já posso dizer que amo sem culpa mesmo você gostando de mim 9,2. Como é que a gente mede o quanto gosta?

Sempre tive essa dificuldade. No começo as pessoas falavam “quando você sentir você vai saber…”, mas isso é mentira, às vezes você não vai saber e vai descobrir só depois ou você vai saber (que não é), mas vai dizer mesmo assim, porque queria muito que fosse.

É por essas e outras complicações que quando eu escuto “Eu te amo” a minha vontade é de sair correndo e só parar quando chegar no Acre. Só pra não ter que lidar com o conflito mental: Respondo ou finjo um desmaio?

Eu queria muito concluir esse texto com alguma coisa que ajudasse vocês a lidar com essa situ, mas visto que eu mesma não to sabendo o que fazer, deixo vocês com esse print esclarecedor.

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Tudo o que a gente quer é uma garantia.

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Porque não basta estar com alguém que diz que gosta de você hoje, nós queremos alguém que diga gosta da gente hoje, amanhã e depois, e depois, e depois… Indefinidamente.

A gente quer poder fazer planos juntos para o carnaval do ano que vem e comprar as passagens, enquanto ainda estão com um preço razoável, sem ter que se preocupar se “vai durar até lá”.

A gente quer ter a certeza de que a pessoa que está do nosso lado é a “certa”, a que vai nos fazer mais feliz, a que vai nos amar mais e, mais importante que isso, se essa é a pessoa que nós vamos amar mais. Porque imagina só que desperdício seria se eu ficasse com essa enquanto tem outra, em algum outro lugar do mundo, que pode me fazer mais feliz.

A gente quer um método – “O Que Fazer Para Se Tornar Irresistível”– e respostas – “10 Sinais De Que Ele Está Afim De Você”.  Certezas de quem não tem nenhuma.

A gente quer ouvir histórias de alguém que também estava com dúvidas no começo da relação, mas que agora está casado e com filhos, mais feliz do que nunca.

A gente quer uma garantia, um sinal ou qualquer outra coisa que nos dê absoluta certeza de que não vamos quebrar a cara dessa vez, de que vai valer a pena, de que essa é a melhor escolha, de que vai dar tudo certo. Porque ninguém gosta de se jogar no escuro.

E isso não existe.

Talvez não dure até o carnaval e provavelmente existem várias pessoas no mundo que fariam você feliz, talvez até mais feliz do que está agora, mas nada garante que você vai encontrar essas pessoas, porque amores não tem garantias. E essa é a má noticia, a boa é que ninguém nunca morreu por isso e você não será a primeira. Brindemos.

A verdade é que tudo o que você pode fazer é se jogar no escuro e escolher aquela pessoa hoje, amanhã e depois, e depois, e depois… E torcer pra que ela te escolha de volta, e dar o seu melhor, e ter a certeza que se por acaso algum dia ela não te escolher está tudo bem, você vai ser feliz assim mesmo.

Não é sobre aparência

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Venho de longe e trago notícias: Eu voltei! E digo mais, voltei e voltei já pisando nazinimiga!!

Dancemos por essa vitória.

Mas agora vamos ao que interessa…

Era uma vez uma obsessão, quem sempre??? Já tinha fuçado todas as redes sociais e sabia tudo sobre o cidadão no Nível de Stalkeamento: Se cruzasse com a mãe na rua eu cumprimentava pelo nome. Além de, claro, falar do menino para as muitas pessoas que cruzavam meu caminho, porque, como todos sabemos, eu nunca aprendi a manter minha boca fechada. Eis que, em certa ocasião, enquanto comentava brevemente sobre a vítima em questão, com uma menina da minha sala, eu escuto um “nossa eu sou A-P-A-I-X-O-N-A-D-A por esse cara”. Detalhe importante: até esse momento ninguém tinha pego o bofe.

Para que você entenda o porquê do meu pânico, vá até o Google, digite Barbie no campo de busca, selecione a aba imagens e observe atentamente os resultados mostrados.

Essa é a menina. Já mencionei que ela tinha pernas longas?

Agora, eu não sou o tipo de mulher que se intimida facilmente e você também não deve ser, mas quando você tem uma quase modelo da Victoria’s Secret querendo o mesmo homem que você, as coisas ficam complicadas. Então eu fui humana e pensei: “CARALEO, em que mundo este homem vai me dar bola com ESTA mina dando em cima dele???? Só se for no universo paralelo em que eu nasci com a cara da Gisele Bundchen”, porque essa é sempre a primeira coisa que nós, reles mortais que não temos um metro e meio de só de pernas, pensamos. E é ok pensar assim por alguns minutos, até a realidade bater e você ver que não, afinal de contas você é a Imperadora Triunfal do Universo Deusônica e nem com quatro metros inteiros de pernas magras, essa sirigaita vai passar na sua frente na fila da vida.

È claro que depois dessa conversa eu percebi que teria que agir, a menina ainda não tinha se movimentado, mas parecia disposta a tal, então fiz o que toda mulher sensata faria no meu lugar: fui pedir ajuda para os universitários amigos no Whatsapp. E depois de muita confabulação chegamos à conclusão mais óbvia e simples que um macaco com meio cérebro poderia ter chego, mas que eu, por pura teimosia, não queria aceitar: adicionar o menino no Face e puxar um assunto. Esse era o plano maligno. Malévola não seria tão criativa, não?!

O assunto não era o problema, afinal de contas, se tem uma coisa que eu aprendi com esses anos todos de vida, foi que, quando a pessoa está interessada, pouco importa se você está falando de canecas ou de física nuclear, o que me preocupava era exatamente a possibilidade de não haver um interesse. Mas aí eu tomei coragem, sabendo que, se desse merda eu ia ter que olhar pra cara do infeliz pelo próximo mês inteirinho, e puxei o FUCKING assunto.

E ele respondeu, não só respondeu como deu continuidade e ficamos nesse trelêlê por dias, meses até. É claro que nesse ínterim eu tive incontáveis nóias, que transitavam livremente do “Acho Que Ele Só Está Sendo Educado” até o “Será Que Ele Está Fazendo A Mesma Coisa Com a Srta. Pernas Longas?”, ele não estava, mas eu não sabia disso e não tinha como perguntar pra menina sem contar sobre o trelêlê e levantar essa lebre, desnecessariamente, então sofri calada enquanto passava aulas e mais aulas, forçando o meu astigmatismo enquanto tentava enxergar as conversas dela no Whats da fileira de trás. Sim, eu tenho a idade mental de uma adolescente de quinze anos.

Mas até aí eu estava tranquila, ela parecia ter desistido do rapaz e eu tinha um date marcado. Não contavam com a minha astúcia. Eis que, um belo dia, chega a linda com uma MICRO SAIA na aula. Um frio de cair o cu da bunda e a mina me aparece de mini saia de babados, é sério isso? É claro que todas as cabeças masculinas fizeram a menina do exorcista só pra observar os metros de perna. E é nessas horas que a gente se engana dizendo “mas eu tenho personalidade e bom humor”, como mulher gosta de se iludir, né?! Mas aí chegou o fim da aula e ele estava sem carro, então muito gentilmente eu ofereço uma carona e penso o quão esperta eu sou por lançar esse golpe de mestre, há! E a quenga vira e fala “ah, acho que qualquer uma das duas pode levar ele…”.

Oi? Quem te chamou aqui querida?

Quase que eu perdi a linha e falei “qualquer uma das duas pode, mas quem vai levar sou eu, beijos”, mas então resolvi ser civilizada e respondi apenas com um “É, né…”, que é a resposta padrão para quando você quer mandar a pessoa à merda, mas está fingindo educação.

No fim das contas o boy magya negra foi comigo, saiu comigo e ficou comigo. E enquanto isso, num reino muito, muito distante, a Barbie lamenta sua perda, cruzando e descruzando as pernas com sua Mini Saia da Apelação.

A Teoria do Abacate

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Desabafo. Pessoas lindas, eu tive um enorme desgosto (que quase me fez desistir do blog) com o último texto que eu traduzi aqui no Relatos devido a quantidade de blogayros que tiveram a pachorra de vir aqui, mandar um ctrl+c ctrl+v, NA MAIOR CARUDA, e não se dar nem ao trabalho de mencionar o meu humilde blog. Então estou eu aqui novamente, pedindo educadamente pra você, cara de pau, que vai copiar o texto, valorizar as últimas horas que eu passei perdendo o meu tempo, pra traduzir pra você, e coloca o link do blog fazfavor, não te custa nada (copiar o texto e mudar três palavras ainda é considerado cópia, só lembrando).  E pra você fã da Diva, se ver alguma putaria desse tipo acontecendo, VAI LÁ E METE A BOCA.

E agora… O texto.

Abacates são, provavelmente, umas das melhores coisas já inventadas. É como se a natureza tivesse acordado um dia e foi tipo, “Eu faço tanta merda (tornados, terremotos, tempestades de granizo) então hoje eu vou compensar isso dando a vocês o abacate”.

A única ressalva dos abacates é que você precisa ser muito ninja pra saber exatamente quando eles estão maduros, como evidenciado por um meme que anda circulando pelo Instagram:

Não ainda.

Não ainda.

Não ainda.

Não ainda.

Não ainda.

ME COMA AGORA!

Tarde demais.

– Abacates 

Com as bananas, você consegue dizer o que está acontecendo por dentro graças a uma casca que muda de esverdeado, para amarelo, para manchado de marrom. Mas não o abacate, onde todo o processo de amadurecimento varia em tons alucinantes da mesma cor: muito verde, para verde, para verde exército, para… Eu acho que isso ainda é verde, mas pode ser marrom, e isso quer dizer que já está pronto pra comer? Todos os que já esperaram uma semana inteira um abacate amadurecer para poder fazer guacamole, sabem o horror de descobrir que o espécime – perfeito apenas uma hora atrás – de repente ficou duvidoso.

E o mesmo ditado vale para os homens com menos de 30.

Pegue como exemplo um cara comum nos seus vinte e poucos. (Vamos chama-lo de Lev em homenagem ao meu colega de quarto, porque é um nome engraçado e eu vou ter que repeti-lo muitas vezes para esclarecer meu ponto. Isso é o que você ganha por deixar o acento da privada levantado!)

Lev tem 25 anos, é atraente, e consideravelmente bem sucedido. Lev conhece esses fatos sobre si mesmo. E por causa da sua auto-consciência e do nível elevado de sua auto- estima, devido em grande parte a seu cabelo ainda forte e o metabolismo que está longe do declínio, ele não tem a menor pressa para entrar em um relacionamento. Ele está testando as possibilidades e arrasando as pistas de dança. Lev está saindo com cada garota bonita usando um rabo de cavalo que ele não considera uma assassina em série e, portanto, vai passar o número do celular em troca da sua cantada barata.

Garotas vão se apaixonar por ele. Elas vão tentar namorar sério com ele e vão lamentar coletivamente quando seus esforços falharem. Elas vão se perguntar se foi algo que fizeram ou algo que disseram, se foi a cor chamativa das suas calças ou o fato que elas pediram salada ao invés de um hambúrguer. Mas Lev apenas não estava pronto ainda. (Não foram elas, foi ele).

Aos 26, ele ainda não estava pronto.

Aos 27, ele ainda não estava pronto.

28? Não ainda.

Então os 29 chegam e um belo dia, do nada, nosso cara comum identificado como Lev conhece uma garota. Talvez ela não seja particularmente especial, não era a mais bonita, nem a mais inteligente, nem aquela com a qual ele tinha mais coisas em comum, mas porque Lev é essencialmente um abacate, ele decidiu que neste exato segundo, ele está PRONTO e ela é A garota.

Entretanto, se a garota mencionada não estiver pronta no mesmo momento – (garotas seguem um padrão semelhante, embora eu diria que apesar da natureza fálica do fruto, somos muito mais parecidas com bananas) – então as coisas ficam estranhas. Lev se torna maduro. Em seu desejo de garantir uma companheira, ele se torna muito mole, tanto figurativa como literalmente, sufocando a mesma com a sua necessidade de se estabelecer.

Eu descobri que esse estágio tende a acontecer bem perto dos 3 ah: seus amigos estão casando, seus familiares estão começando a fazer perguntas irritantes, e o momento parece “certo”. Na teoria, é a situação ideal, mas se a senhora a sua espera ainda é uma banana verde, a receita toda está errada e o relacionamento inevitavelmente falha.

Minh amiga Lisa tinha acabado de sair de um relacionamento (24 anos, gatinha) e apesar de gostar da idéia do namoro, não estava procurando nada sério. Então ela foi arranjada para um cara nos seus trinta e poucos, que se encaixava em todos os seus critérios. Eles se divertiram horrores, ela estava afim, e então, como se tivesse sido atingido pela força da flecha “pós- vinteealgumacoisa” do Cúpido, de repente se tornou evidente que ele estava procurando pelo Relacionamento.

“Eu não acho que tinha nada especial que ele gostava em mim,” ela disse. “Ele estava apenas pronto pra ter alguém pra dar o próximo passo. Poderia ter sido qualquer uma.” Eles terminaram e alguns meses depois, ele estava noivo de alguém que ele conheceu na internet.

Abacates, cara.

Texto lindo traduzido do Man Repeller que eu super recomendo.

A moça e o casamento

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Vou contar uma história pra vocês, completamente verídica, que aconteceu a algum tempo atrás e me fez voltar a acreditar em comédias românticas. #dreamscometrue

Bom, vamos começar pelo começo. Estava eu no bar cazamiga, curtindo aquele momento feliz do final de semana chamado Afogando Meu Regime Na Batata Frita, quando minha amiga começa:

– Amiga temos uma história incrível pra você colocar no seu blog!

Acontece que uma amiga delas (que eu não vou citar o nome porque aqui a gente é discreta), acordou numa sexta- feira qualquer com uma vontade incontrolável de ver um casamento. Eu fico pensando que essa pessoa deve ser muito romântica né?! Porque, na minha opinião, casamentos (me refiro a parte da missa) não costumam ser eventos, assim, dos mais animados – uma vez fui ser dama de honra e QUASE dormi no altar – mas cada um, cada um…Continuando, a mina estava numa vibe romance, possivelmente desiludida com a vida amorosa dela que devia estar no limbo e resolveu ir.

Ela sabia que as sextas, lá pelas 8 da noite, sempre aconteciam cerimônias desse tipo em determinada igreja (novamente protegendo a identidade da vítima), e com essa certeza ela se arrumou toda e foi assistir o casamento de dois desconhecidos. Chegando na igreja, escolheu um lugar nos bancos da frente, junto com a família dos noivos, afinal de contas, ela não tinha chegado até ali pra ficar atrás de um cabeçudo, ou de uma criança pentelha e não ver nada. Mas, é claro que aquelas pessoas olharam pra ela com cara de “O Que Essa Nega Tá Fazendo Aqui” e então ela achou de bom tom contar sua história, para que eles soubessem que ela não era nenhuma louca. Como era de se esperar, todos ficaram muito emocionados e acharam lindo que ela tinha ido até lá só para assistir o casamento e ver a noiva, mesmo não conhecendo aquelas pessoas, e sendo tão bem recebida, ali ela ficou.

A noiva passou, o padre deu a benção e o casamento acabou #amém. Todos se levantaram, ela se despediu das pessoas que tinha conhecido e começaram se dirigir para a saída. E durante essa caminhada, tudo o que passava pela cabeça da nossa amiga era: “Será que eu fico para a próxima cerimônia?”.

Eis que, por uma coincidência insana chamada destino, no meio disso tudo ela encontra uma amiga que, espantada com o encontro, manda um: “Nossa não acredito que você também conhece os noivos!”.

E então a nossa protagonista contou a sua história, sobre a moça e a vontade de ver um casamento, que assim como a família dos noivos também emocionou a amiga que de tão linda que achou resolveu contar para a noiva que chorou ao saber que uma desconhecida tinha ido até ali só para ver seu casamento e que…

Tãm, tãm, tãm, tãm…

Não deixou ela ficar pra ver o próximo casamento coisa nenhuma porque achou ela o máximo e exigiu que ela fosse para a festa com os outros convidados!

Sim galere, a pessoa saiu de casa só pra ver uma noiva e acabou descolando uma mega balada NO VASCO. E não é só isso! Ao chegar à festa ela ainda conheceu um gatinho com direito a casamento na balada e carona pra casa.

Parabéns, você zerou a vida.

Então você amiga, que está ai na sua casa chorando as pitangas porque não tem um amor, ou porque sua vida está uma bosta, siga o exemplo dessa musa da história e, ao invés de ficar caçando a felicidade, simplesmente faça o que você tem vontade sem esperar nada, às vezes o universo pode te surpreender.

18 Verdades cruéis sobre os relacionamentos modernos que você vai ter que encarar

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  1. Quem que se importa menos tem todo o poder. Ninguém quer ser “a pessoa mais interessada” da relação.
  2. Porque nós sempre queremos mostrar para a outra pessoao quão blasé nós podemos ser, joguinhos psicológicos como‘Intencionalmente Levar Horas Ou Dias Para Responder Uma Mensagem’ vão acontecer. Eles não são divertidos.
  3. Uma pessoa sendo desapegada porque tem zerinteresse em você parece exatamente igual a uma pessoa sendo desapegada porque acha você incrível and está fazendo um esforço consciente para fingir que não está nem ai. Boa sorte tentando descobrir quem é quem.
  4. Ligações telefônicas são uma arte em decadência. Muito provavelmente, grande parte da comunicação do seu relacionamento vai acontecer por texto, que é a forma de interação mais desapegada e impessoal que existe. Já pode ir criando intimidade com as opções de emoticon.
  5. Planos com antecedência estão mortos. As pessoas têm opções e atualizações de última hora da localização dos seus amigos (ou outros potenciais romances) graças às mensagens e as redes sociais. Se você não é a prioridade, você vai ouvir um “Talvez” ou “A gente se fala” como resposta para o seu convite para uma saída e o(s) fator (es) decisivo(s) serão se a pessoa recebeu ou não ofertas mais divertidas/interessantes que você.
  6. Aquele alguém que te magoou não vai automaticamente ter um karma ruim.Pelo menos não em um futuro imediato. Eu sei que parece nada menos que justo, mas às vezes as pessoas enganam e traem e continuam suas vidas alegremente enquanto a pessoa que eles deixaram para trás está em frangalhos.
  7. A única diferença entre as suas ações serem consideradas românticas ou assustadoras é o quão atraente a outra pessoa te acha. É isso, é tudo.
  8. “Topa sair?” e “Vamos fazer alguma?” são frases vagas que provavelmente significam “vamos nos pegar” – e enquanto você provavelmente odeia receber uma dessas, elas são o jeito mais comum de convidar alguém pra passar algum tempo com você hoje em dia, e aparentemente elas chegaram pra ficar.
  9. Algumas pessoas só querem te pegar e se você está procurando mais do que sexo, eles não vão te falar “Alow, acho que eu sou a pessoa errada pra você”. Pelo menos não antes de você liberar o tindolelê. Enquanto a decência humana é o ideal, a honestidade não é obrigatória.
  10. A mensagem que você mandou chegou. Se ele não respondeu, pode ter certeza que não foi por causa do mau funcionamento das operadoras de celular.
  11. Tantas pessoas tem medo de compromisso e de estar séricom alguém que continuam um relacionamento não definido, que acaba confundindo as coisas e só funciona até não funcionar mais. Eu já disse várias vezes, e vou dizer de novo – “nós somos só amigos” é abrir a porta para uma traição que tecnicamente não era traição porque, hey, vocês não estavam juntos, juntos.
  12. As mídias sociais criam novas tentações e oportunidades para trair. As mensagens por inbox e opções para um flerte sutil (ex. curtir a foto alheia) não servem como desculpa ou prova de uma traição, mas eles certamente aumentam as chances disso acontecer.
  13. Mídias sociais também podem criam a ilusão de que você tem opções, o que leva as pessoas a verem o Facebook como um menu de pessoas atraentes ao invés de um meio de manter contato com os amigos e a família.
  14. Você provavelmente não vai ver muito da personalidade genuína e sem filtros de alguém até que vocês estejam em um relacionamento. Geralmente as pessoas tem medo de mostrar como realmente são e parecerem disponíveis demais, ansiosos de mais, nerds demais, bonzinhos demais, seguros demais, não engraçados o suficiente, não bonitos o suficiente, não alguma outra pessoa o suficiente para serem acolhidos.
  15. Qualquer pessoa com quem você se envolver romanticamente, ou vocês vão ficar juntos para sempre, ou vão acabar terminando em algum momento. E ambos são conceitos são igualmente assustadores.
  16. Quando vocês estiverem namorando, ao invés de expressar como se sente diretamente para você, é mais provável que a pessoa publique isso no status do Facebook ou Instagram, uma foto tipo Tumblr, de um por-do-sol com uma frase ou trecho de música com as palavras de outra pessoa, e enquanto pode nem mencionar seu nome, é claramente para você.
  17. Tem muitas pessoas quem tem zero respeito pelo seu relacionamento e se eles quiserem a pessoa com quem você está, não terão escrúpulos na tentativa de ultrapassar os limites para conseguir conquistar a vítima.Girl Code e Guy code são ilusões e código humano não é incorporado em todos.
  18. Se você tomar um fora, provavelmente vai ser bem brutal. As pessoas podem cortar laços pelo telefone e evitar ter que ver as lágrimas rolando pelo seu rosto ou terminar tudo por mensagem e evitar ouvir a dor na sua voz e o seu nariz escorrendo. Envie um texto longo e voilá, o relacionamento acabou. O caminho mais fácil está longe de ser o mais atencioso.

Achei esse texto do  Christopher Hudspeth e um site gringo e resolvi traduzir pra vocês, é a verdade nua e crua galera. That’s it, that’s all.

fonte: http://thoughtcatalog.com/christopher-hudspeth/2014/04/18-ugly-truths-about-modern-dating-that-you-have-to-deal-with/#A8tq2bPtKjlT46QM.01

Eu quero um homem que me proteja.

Champagne-Blast

Não é pedir muito né?

Eu cozinho, trabalho, carrego as minhas próprias sacolas de compras e não tenho problemas em ir sozinha e te encontrar na festa. Eu sou uma menininha independente e não vou precisar de você pra tudo, pode ficar sossegado. Pra ser bem sincera, assim, precisaaaar, precisar, eu não preciso de ninguém, mas se o cara está comigo eu espero que, no mínimo, ele me proteja. É uma questão de cuidado, entende?

E não confunda cuidado com cavalheirismo, eu não preciso de um cara que abra todas as portas pra eu passar, eu sei fazer isso sozinha, mas quero alguém que me segure quando a festa está cheia, só para que as pessoas não me empurrem. Porque isso é proteger.

Proteger é não me trair, porque você sabe que, se você quer que as pessoas respeitem a sua namorada, você precisa respeitar a sua namorada e querer que as pessoas respeitem sua namorada é proteger.

Ser honesto comigo é proteger, porque mentira e confusão não faz bem pra ninguém.

Proteger é me acompanhar até a porta do táxi, só pra ter certeza de que eu vou voltar pra casa bem. Tão simples né?

Buscar uma bebida pra mim quando o bar está cheio, porque não quer que eu entre na muvuca. Fazer questão de achar os meus amigos, antes de ir ficar com seus, pra que eu não fique andando sozinha na festa. Ir comigo falar com o segurança da balada, porque roubaram o meu celular e eu estou nervosa.

Isso tudo aconteceu comigo, com caras diferentes, que não eram namorados nem maridos, eram só caras legais. E pode ter certeza que foram esses detalhes que me fizeram gostar mais deles, porque eles me protegeram.

Eu tive um namorado que brigou com um amigo porque ele fez comentários maldosos sobre mim. Ele me protegeu. Até o fim do nosso namoro de 4 anos, nenhum outro amigo dele fez qualquer comentário sobre mim. E então eu passei a confiar muito mais nesse namorado, porque ele fazia coisas desse tipo e, portanto, eu sabia que, se dependesse só dele, nada de ruim me aconteceria.

Claro que nós sempre vamos encontrar um bipolar, aqui e ali, que não deixa ninguém falar de você “pelas frentes“, mas te trai com o Brasil inteiro pelas costas. Mas esses são os cachorros, minha querida, e você vai acabar descobrindo isso de um jeito ou de outro, não se preocupe.

Eu quero alguém que se preocupe comigo, se eu estou bem e se eu vou ficar bem. E isso não tem nenhuma relação com quantas vezes você me liga ao dia, ou com o tempo que você demora pra responder as minhas mensagens, então defina melhor as suas prioridades.

E já aviso que, se não estiver disposto, nem venha. Sozinha eu me viro muito bem, obrigada.