Eu não vou dar nota pra você passar de ano.

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Desculpa.

Mas se você está esperando que eu facilite, esqueça, não vai acontecer. Eu não sou do tipo que vai fechar os olhos, fingir que não está vendo a conversa com a menina no seu celular, acreditar que você está genuinamente ocupado e por isso quase não tem tempo pra mim. Que o fato de você entrar 800 vezes no whatsapp, mas só me responder uma vez por dia, não tem nada a ver comigo e tudo a ver com o fato de que você realmente não é muito chegado em redes sociais.

Eu não vou vestir o macacãozinho de trouxa e dizer que “nós precisamos conversar”, não se preocupe. Eu não vou dar nota pra você passar de ano.

A possibilidade de entrar em um relacionamento sério comigo não é o tipo de coisa que eu vou entregar assim de bandeja, não vai ser aquela escolha amarga de remédio pra tosse que você aceitou porque não tinha outra opção, o brócolis no prato da sua sobrinha. Não, não baby, esse é o tipo de coisa que você precisa fazer por merecer, precisa lutar por, precisa mostrar que é digno da honra, do contrario esqueça. Eu tenho meus próprios planos.

Posso até estar morrendo de amores por você, é verdade, mas eu sou e sempre serei loucamente apaixonada por mim e infelizmente (pra você) eu acho que mereço mais do que você está me oferecendo. Mas não pense você que eu vou cobrar nada, longe de mim, esse tipo de coisa a gente não cobra, tem que vir de boa vontade senão, não serve. Então não se surpreenda se um dia eu simplesmente desaparecer, melhor assim, afinal de contas, não teria o menor sentido discutir o fim de uma relação que nunca existiu.

Sem raiva, nem desamor. Que num futuro a gente se encontre pra criar outras boas lembranças.

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Não vai rolar.

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Existem dois grupos de caras que tomam foras: o grupo dos Não Quero e o grupo dos Acho Melhor Não.

O grupo dos Não Quero são aqueles que eu não tenho o menor interesse em pegar, simples assim. A culpa não é sua, a culpa não é minha, a culpa é do universo que não colocou química nessa relação. Neste grupo estão aqueles caras que não tem a menor chance, não importa quantas vezes e nem de quais maneiras eles estão chegando em mim.

É uma questão de interesse, eu não me acho melhor que ninguém, é só que existem pessoas que estão afim e pessoas que não estão, assim como existem pessoas que gostam de alho e pessoas que não gostam e, no caso, eu estaria neste segundo grupo. Exemplo:

Tem um carinha afim de mim. Mas não é qualquer carinha, é um amigo de uma amiga minha, que eu já conheço há algum tempo, leia-se, que eu não quero pegar a algum tempo, já que, desde então, o menino chegou em mim pelo menos umas 15 vezes (chutando baixo).

Fico me perguntando o que passa pela cabeça desse indivíduo, quando ele resolve chegar em mim mais uma vez depois de tantos foras. Porque veja, eu já expliquei pra ele de todas as maneiras delicadas (e indelicadas também), que não vai rolar MEIXMO, que ele é muito legal e tudo mais, mas que deste mato não vai sair coelho, então que ele deveria PARAR de tentar, porque já está começando a ficar chato. Mais clara que isso só se eu disser “Querido, eu estou mais inclinada a entrar para um convento do que para mudar de ideia quanto a ficar com você”, lembrando que eu estou para o convento assim como os golfinhos estão para voar.

Mas aparentemente a audição dele está com algum problema, visto que, ele CONTINUA tentando. Esse é brasileiro.

Já o grupo dos Acho Melhor Não (mais conhecido como Bom Senso), são aqueles que, em situações normais, teriam TODAS as chances do mundo com você (leia-se: aqueles dignos do “Me pega, por favor? To pedindo com educação“), mas que, por algum motivo, você acha melhor não pegar.

Podem existir vários motivos pra isso acontecer, mas o mais comum deles é quando você sabe exatamente que tipo de traste é aquele, e simplesmente não quer aquilo na sua vida. É só. Exemplo:

Eu tenho amigos cafajestes. Eles são ótimas pessoas, eles são lindos, inteligentes, simpáticos, rhycos, educados, mas eles não valem nem uma coxinha COM cabelo. E eu sei disso, aliás, todo mundo sabe disso, então chegamos ao acordo que seriamos amigos (eu cheguei no acordo na verdade, pra eles, se fizer sombra eles estão pegando), não porque eu não queira pega-los – Deus, dai-me força de vontade – mas porque eu NÃO VOU me colocar nesta situação que eu sei como vai terminar. Mal.

O problema é que, pra esse segundo grupo a chance existe, e eles sabem disso, então dependendo do tamanho da vontade (ou da birra) deles, eles acabam conseguindo te convencer de que nem tudo é tão horrível quanto parece, que nem todo príncipe é sapo e que no final tudo vai dar certo. E todo mundo sabe como essa história termina néam?!!

Mal.

O causo é que nenhum desses dois grupos é próprio para consumo, ou para relacionamentos, e ultimamente é só o que tem me aparecido, ou seja, minha vida amorosa está tipo as eleições presidenciais: só candidatos inviáveis.

Eu queria muito gostar sinceramente de algum dos candidatos do primeiro grupo, eu juro que queria. Ou que os bonitinhos do segundo grupo resolvessem ser decentes uma vez na vida.  As coisas podiam ser simples, tipo aquela música da década de 70, “I want you to want me” e é isso, tudo ia ser tão fácil, massss… Se fosse fácil não chamava vida, chamava biscate.

Agora meninas, como eu ouvi (de uma gênia, parabéns, clap, clap) outro dia na balada:

Mais do que razão, mais do que dinheiro, na vida é importante ter: critério”

Se não for leve, que o vento leve.

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Acabei de tomar um pé na bunda.

TA- DAAÁ!!

Por Whatsapp.

TA- DAAÁ!!

Bem vindo ao Essa É Minha Vida. #risos

Conheci o menino, já estava pegandinho ele a mais de mês, ele era um fofo, mandava mensagem, deu parabéns no aniversário, curtia geral as fotos no insta, cheio de dengo pro meu lado, chamou pra sair (só chamou tá gente?!), me ligou (que tipo de pessoa não apaixonada faz isso em 2014?), casou comigo uma festa inteira, IA NA MISSA DE DOMINGO (!!!!!), você pensa que uma pessoa dessa deve ser de bem né?! TEMQUE ser de bem! Mas, os padres pedófilos estão ai pra provar que não é só de santo que vive a igreja, e seguindo esse exemplo está…

Rufem os tambores…

MEU BOFE!

Vou contar uma história pra vocês, que começou quarta passada, quando eu estava conversando com o indivíduo e comentei que eu IA nesta festa. Perceba, eu não disse “acho”, eu não disse “talvez” e com certeza eu não disse “existe a possibilidade”, agora me diga você, caro leitor, qual outra interpretação uma pessoa pode ter da frase “Eu vou na festa” que não seja a que o eu, que no caso se refere a mim, vai na porra festa? Nenhuma.

Ok, guardem esta parte da história que é importante.

É claro que depois de quarta ele fez o Mister M e sumiu, porque estava muito ocupado pegando outras trabalhando muito, mas, como eu já sou vacinada, achei de bom tom dar um alô pro moleque, nada muito sério, algo nas linhas de “Oi! To viva ta?!”, e pensando assim mandei um Whats perguntando da festa. Às 10 da noite. Agora me fala, vocês receberam a resposta?

Nem eu.

E nem preciso entrar no mérito do “eu sei que ele viu porque o Whatsapp é dedo duro”, porque já conversamos sobre isso aqui e eu não quero ser repetitiva.

Bom, ok né?! Geral feliz, geral na festa se divertindo, eu já tinha visto o cidadão, ele também já tinha notado a minha presença, visto que, ele não é cego e eu tenho o dom de me fazer ser notada, mas estava na minha, esperando ele fazer as vezes de cavalheiro e vir me cumprimentar. Tudo estava indo bem, quando de repente visualizo o limmmdoo enfiando a língua na garganta de uma quenga, obviamente que nesse momento fui possuída pelo ritmo ragatanga, mas, sendo a dama que sou, lidei com a situação da maneira mais adulta possível.

Bebendo sozinha o open bar inteiro da festa e contando a história pra todas as mulheres do banheiro, óbvio. A inteligência emocional mandou um grande beijo.

E aí que 18 copos de vodka depois, momento esse que eu já tinha perdido a classe, a noção, a paciência e um brinco, eu fui falar com ele, porque eu não sou tuas nega, e o menino vira e me diz “Puts, nem tinha te visto” e eu respondo “Eu te vi… pegando outra menina” #fofa. Dai começou aquela série de explicações, porque “eu não sabia que vc estaria aqui” (oi? #perdadememória) e blábláblá… Enfim, deu aquela enrolada. Eu sorri, virei as costas e sai rebolando. Eis que, eu não tinha nem chegado até o andar de cima o menino vem correndo, pega no meu braço e pergunta “Você tá bem?”.

Nesse momento eu fiquei na dúvida entre fazer a Nazaré Tedesco e jogar o cara escada abaixo ou só responder, mas decidi apostar na segunda opção e respondi, sorrindo claro, “Obvio que não! Já bebi o bar inteiro pra ver se eu esqueço o que eu vi lá em baixo” só faltou o seu idiota no fim, mas essa parte eu guardei pra mim. E então minha amiga, que é a melhor amiga que existe nessa terra, teve o tato de me puxar e dizer pra ele, desculpa, mas você não vai falar com ela agora porque ela está bêbada, amanhã, se ela quiser vocês conversam. Depois disso eu bebi mais um pouco e fui levada pra casa, porque já não tinha mais condições de eu ficar lá.

Acordo no dia seguinte com a ressaca do milênio, pego o celular e encontro um segundo testamento inteiro, mandado pelo bofe no meu Whats. A mensagem, além de discutir o sexo dos anjos, os conflitos entre Israel e a Palestina e se quem nasceu primeiro foi o ovo ou a galinha, falava basicamente que ele gosta de mim e que em outros tempos eu seria a menina ideal, porém, já passou por muitas desilusões amorosas (só ele viu?!) e nesse momento não está a fim de se envolver com ninguém, que gosta também de outras meninas e está saindo com todas sem a menor intenção de ter alguma coisa séria. Ou seja: Está tocando o puteiro mesmo. E que ele entende que eu não vou aceitar isso, mas que agora, apesar de gostar de mim (me ama, da pra perceber no brilho dos olhos né?!), ele não tem a intenção de me colocar como a única. Em grosseiras palavras: Estou te dando um pé na bunda, um beijo carinhoso.

Se doeu? Claro que sim! Se eu chorei? Rios de lágrimas! Se ele sabe disso? Óbvio que não. Fui pra casa da minha amiga e contei toda a novela, já estava pronta pra não responder nada, eis que, vira o namorado dela e diz “Responde sim, diz pra ele, thanks for the update (o namo dela é meio gringo)” e foi exatamente isso que eu fiz, bem em baixo do pergaminho que ele me mandou eu escrevi:

haha tks for the update

tá tranquilo

bjs

Atente para a risada no começo, já que, como vocês já devem ter notado, bom humor é indispensável pra mim.

Agora antes que me crucifiquem aqui, vamos esclarecer: Racionalmente eu sei que o menino não fez por mal, porém, nesses momentos as pessoas não costumam ser muito racionais e eu sou uma pessoa, então tenho esse direito.

E agora como se esse post já não estivesse grande o suficiente eu vou contar outra história, um: porque eu achei essa história muito legal e dois: porque eu estou a tempos sem escrever então acho que vocês ainda estão com paciência pra ler.

Uma amiga foi pra um show quinta passada na abertura da copa e um cara que ela tinha saído no domingo anterior, pra ir ao cinema #casalzinho estava lá, acontece que o cara é um grude só e ela estava morrendo de medo que o cara ficasse grudado nela. Só que, em dado momento, ela viu o cara com outra e, não satisfeita, ela mandou uma mensagem pra ele dizendo:

você ta namorandinho?

eu tbm

E ai ela ficou com outro cara que ela sempre fica e pagou esse mico desnecessário, porém, insanamente divertido, fazendo o meu dia de hoje ficar menos cinza. Obrigada por isso.

E agora eu termino esse post com um ensinamento do Dalai Lama, não pera, é da Dori mesmo, sempre confundo os dois (to muito engraçada hoje #SQN).

Sim amigo, isso foi um fora.

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Não sei se é teimosia, inexperiência ou só falta de semancol mesmo. Mas, ultimamente, as pessoas tem demorado mais do que o normal pra sacar que tomaram um fora. E eu não consigo entender o porquê, afinal de contas, pra mim, a coisa toda parece muito simples.

Você está na balada, o cara vem falar com você. Você, claramente, não está afim dele. Mas, até da um sorriso e responde as perguntas que ele te faz, porque afinal você é educada, mas é isso, então você vira para o lado e continua dançando. Fim.

Essa seria a situação ideal.

Eu não fiquei olhando para você? Eu não continuei o assunto? Eu não abri o melhor sorriso que tinha no armário? Sim amigo isso foi um fora. Não, eu não estou fazendo doce. E essa regra serve para qualquer mulher que já passou do ensino fundamental. #ficadica

O problema é que, no lugar de um ponto final, a grande maioria dos caras põe uma vírgula e ai começa o problema. O cara começa a te agarrar, te puxar, te segurar no lugar, fica te obrigando a ouvir o que ele tem pra te dizer “porque ele só quer conversar” e na boa, foda-se, eu não quero saber, eu quero sair de perto de você, seu chato!

Como diria meu cabeleireiro, EU NÃO SOU OBRIGADA! Nem a conversar, nem a te beijar, nem a ouvir a suas abobrinhas de bêbado! Então seja esperto amigão, quando a fofa não demonstrar interesse, pega a sua dignidade e vai atrás de outra menina. Não. Insista.

E sabe a pior parte de tudo isso?! Às vezes o cara realmente é legal e o papo dele também não é ruim, apesar de não ser dos melhores. Mas só que antes dele já vieram outros 3 idiotas, te agarrando, com um comportamento que SÓ PODE ser descrito como animal, então você simplesmente não quer correr o risco com um quarto imbecil e manda ele passear, com o seu melhor olhar “some da minha frente”, sem nem dar uma chance. Foi maldade? Sim. É justo? Não! Mas o que você deveria fazer? Ficar dando brecha pra geral te agarrar é que não dá né?!

Outra coisa que tira a minha saúde, você está lá, toda linda, o cara vem falar com você. Ele falando um monte de abobrinhas, você com cara de bunda, respondendo com “aham” para todas as perguntas, dai ele vira pra você e pergunta:

– Eu posso conversar com você?

Da vontade de responder: “É sério isso? Olha pra mim, eu to com cara de quem quer conversar?”

Sério, o cara pensa o que?

A) Que a cara de bunda é charme.

B) Você está super tentando conquista-lo com toda a sua eloquência e simpatia.

C) Todas as anteriores.

Aí depois você acaba sendo grossa com quem não devia e passa o resto da noite se sentindo uma megera. Odeio.

Agora quanto aos foras, galera, vamos arrumar um pouquinho de semancol vai?! É de graça, não faz mal e ainda mantém a sua dignidade intacta.

O dia em que eu cansei de ser difícil

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Existem dois tipos de caras no mundo: aqueles que estão te amando e você está cagando pra eles e aqueles que você está amando, mas que cagam pra você. Dizem por ai que existe um terceiro tipo, aquele que você está amando e que está te amando de volta, mas isso é lenda urbana amiga, nem perca seu tempo.

Como é de sabedoria comum, você sempre vai gostar mais do segundo tipo, por algum motivo que só pode ser explicado por Deus, ou qualquer outra Entidade Maior com um senso de humor um tanto quanto negro.

Já cansada de ficar tentando chamar atenção rapaz com posts no Face, você resolve deixar de ser bunda mole e chamar o rapaz pra sair. Será que devo?, foi o que você pensou, e foi fazer uma enquete cozamigo pra saber o tamanho da cagada que estava prestes a cometer. Como era de se esperar, a maioria deles te diz pra não fazer e UM diz que “seria ok”, mas é óbvio que o voto da fulana que concordou contigo vale mais que todos os outros 6870987 votos contra, afinal de contas, nem o demônio é capaz de segurar uma mulher obcecada.

Beleza, passamos para a etapa dois do plano: Chamar o rapaz pra sair.

E é nesse momento que começa a masturbação mental. Se tem uma coisa que tira a minha saúde, é ficar tentando adivinhar o futuro, primeiro porque queima meus neurônios e segundo porque nunca da certo, ou seja, estou queimando neurônios a toa e isso nunca é bacana.

Mas ok, voltando ao assunto, você começa a pensar qual seria o dia mais propício para que o convite seja aceito (vulgo, tentando adivinhar o futuro #adoro). Sexta? Não, sexta teria que ser à noite, e sexta a noite todo mundo já tem programação, ou está cansado. Sábado? Puts, mas se eu chamar sábado a noite vai parecer muito programinha de casal, eu já to dando a maior canja chamando ele pra sair, não quero que ele pense que eu to tãão afim assim. Já sei vou chamar sábado a tarde!… Melhor não, se não ele vai achar que eu to chamando à tarde porque de noite já tenho outra coisa, tipo muito piriguete… Então você chega a conclusão óbvia que domingo é o melhor dia, ninguém faz nada no domingo, ele não deve fugir a regra, você pode fingir que foi uma ideia de momento e ele vai ficar pra sempre imaginando se você chamou no domingo porque estava suuuper ocupada nos outros dias (aham…) ou se você estava só fazendo um doce.

Aí você começa uma conversa com o moço, fala umas groselhas e manda o convite, e aqui, minha querida, você terá um dos 5 minutos mais longos DA SUA VIDA (#panicohisteriadesespero), mas depois passa, juro. E tudo isso para o fofo te dizer “Putz, hoje eu tenho (insira aqui o ÚNICO compromisso de domingo que ele terá no mês) e não vou poder ir, mas vamos combinar semana que vem!”, tanto planejamento pra nada. Então você bate a sua cabeça na parede e diz, “Ah claro! Sem problemas!” e pronto, aqui acaba seu sonho cor de rosa.

E agora eu te pergunto, ele disse que não? De certa forma sim. Ele disse que sim? De certa forma sim. Logo, você continua na mesma, sem uma resposta e com alguns neurônios a menos. É de cair o cu da bunda viu?!